Deus não existe, eu rezo para ele todos os dias...
Todos os dias eu renovo a minha ligação, minha relação com o Desconhecido que me faz existir como sujeito e como liberdade.
Quem é meu pai, quem é minha mãe ?
Quais são as minhas raízes, minhas origens?
Quem é o Pai, a origem, o princípio dos mundos, a origem das coisas, a origem do ser que possui um semblante?
De onde me vem a experiência da paternidade, da maternidade?
O que eu digo quando rezo: “Abba, Pai nosso que estais nos céus?”
Freqüentar quotidianamente a oração de Yeshoua continua sendo aquilo que transforma nossas questões mais íntimas em fontes vivas de encantamento e contemplação. |