“Nunca dois sem três”. Poderíamos acrescentar: “Nunca um sem Três”. Toda relação presume dois termos e um terceiro que os une, mas que ao mesmo tempo os diferencia. Sem este “Terceiro” só pode haver fusão e mistura ou exclusão e separação, nunca Aliança ou União.
Se a experiência de amar for uma relação autêntica, ela não poderá passar sem este terceiro que nos impede de cairmos nas regressões funcionais e nas agressões separadoras e que nos conduz ao Um verdadeiro.
“Algumas vezes a sede
Encontra a Fonte,
É isso que chamamos:
“a experiência de amar”,
e o Terceiro?
É o caminho, o elo ou a relação
Entre esta sede e esta Fonte...”
(O Essencial no Amor – trecho) |